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DESCUBRA VANCOUVER

27/03/2019| Bruno

Sempre quis entender qual era o encanto do Canadá e por que tantos alunos me relatavam experiências fantásticas neste país, e me surpreendia como todos desejavam voltar a visitá-lo. Em busca de encontrar mais um de meus lugares no mundo, parti rumo a Vancouver, coração da costa oeste canadense. E com base nesta experiência darei algumas dicas valiosas se você pretende fazer o mesmo. Descubra Vancouver!

Planeje

Assim como qualquer outra viagem internacional, o planejamento é fundamental. Antes de ir ao Canadá, o primeiro passo é escolher como você entrará no país, se via terrestre ou aérea. Pode parecer uma pergunta boba, mas o tipo de visto pode mudar!

Fazendo fronteira com os EUA, a maioria dos voos possui escala neste país, e se você não tem um visto americano, isto pode ser um impedimento. Sim, o Canadá também exige visto de entrada, e não é o mesmo utilizado na América. Além disso, alguns tipos de visto só permitem entrada via ar e não terrestre. Recomendo uma pesquisa mais detalhada antes de qualquer decisão.

Sendo assim, vale a pena pesquisar com seu agente de viagens sobre um voo que não possua conexões dentro dos EUA, caso você não tenha o visto deste país. Mas em compensação, se você já tem o visto americano, tirar o visto canadense é bem mais simples – o processo é online, rápido e barato. E claro, se tiver mais dúvidas, conte com minha agência de turismo: a Eu no Mundo. Mas isso já é papo para outro texto…

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Onde ficar?

Logo após a definição dos voos e com o visto em mãos. Lembre-se: a escolha de onde ficar em Vancouver irá impactar profundamente sua experiência, desde a prática do inglês à comodidade de se hospedar próximo a certos pontos de interesse.

A pesquisa de pontos de interesse deve partir de um local central. Como referência você pode definir o Stanley Park, uma espécie de Central Park de Vancouver. O centro mais comercial da cidade fica próximo a este ponto, ao sul, enquanto a parte mais alta e residencial fica logo após a famosa ponte Lions Gate, que sai do parque e conecta toda parte norte de Vancouver.

Algumas dicas importantes cabem aqui: o trânsito na Lions Gate pode ser traiçoeiro, então tente agrupar suas atividades de um lado ou do outro da ponte, pois um congestionamento surpresa pode atrasar seus planos. Existem ótimos hotéis ao Norte, mas se você é um turista mais urbano, dê preferência ao Sul, onde o centro da cidade se localiza.

A cidade de Vancouver é considerada uma das mais seguras e tranquilas para se viver, no mundo todo! E o reflexo disso é uma gama de possibilidades de coisas para fazer durante todo o dia.

Um andar de bicicleta no Stanley Park, uma caminhada pela orla sul, ou uma visita a uma feira de produtos orgânicos na primeira hora da manhã – todas são uma ótima pedida para começar o dia cheio de energia.

Ainda sobre localização, assim como várias outras cidades ao redor do mundo, aqui também encontramos um bairro chinês, uma Chinatown, onde provavelmente em suas pesquisas você encontrará preços bem atrativos. Mas, pense bem antes de encarar essa experiência. Em minhas andanças, ficar em um bairro chinês sempre traz momentos de desinformação e por vezes perigosos, e Vancouver não é uma exceção. A numeração das ruas nem sempre segue um padrão, lojas possuem nomes e informações só em sua língua original e na minha opinião, a limpeza é algo que deixa bem a desejar.

Porém, logo ao lado de Chinatown, temos o charmoso bairro de Gastown, com ar mais clássico e histórico, uma outra possibilidade bem mais interessante para a hospedagem.

Finalmente, uma outra opção interessante e barata é se hospedar em um albergue ou um apartamento alugado. Estas duas experiências definitivamente trarão mais contato com moradores locais, o que pode contribuir significativamente na prática do inglês. Mas, se está viajando com a família, dê preferência a um hotel, visto que a maconha é liberada na cidade, e um ambiente mais jovem e informal como um albergue pode trazer o contato mais direto com ambientes mais festivos.

Tendo a hospedagem como tópico definido, a próxima etapa é uma definição, pelo menos básica, de um roteiro.

O que fazer?

A cidade de Vancouver inspira o ato de simplesmente andar e se surpreender, então o roteiro deve ser leve a com brechas para aproveitar a cultura local, desde o chegar ao aeroporto internacional, que valoriza a arquitetura local, com troncos de madeira em meio à toda tecnologia e construção moderna, até os bairros da cidade, cada um com seu charme e beleza.

Uma atração que serve de bom exemplo para isso é Granville Island, uma ilha que já foi praticamente tomada por indústrias no passado, e hoje é um santuário de lojinhas, mercados e arte. O passeio inclui um barco para o local, que traz uma vista espetacular da skyline da cidade, e o leva para a ilha, na qual vale um dia de dedicação, ou pelo menos uma manhã, e você poderá tomar um café produzido localmente, com frutas típicas, doces e especiarias! Além disso, marcas canadenses tem lojas próprias com produtos que você não irá encontrar em nenhum outro lugar do mundo, com muito bom gosto e sofisticação.

Uma curiosidade interessantíssima é que a cidade de Vancouver é muito utilizada para locação de seriados. Desta forma, se você é um geek assim como eu, procure antes de ir se informar dos locais utilizados como locações, se existem previsões de quando filmagens irão ocorrer, e se é permitida a entrada de visitantes.

Atualmente vários seriados de super-heróis tem suas cenas externas filmadas na cidade, principalmente do canal de televisão americano CW. Não é uma surpresa para os cidadãos de Vancouver encontrar com atores de Supergirl, Flash, Arrow, Legends of Tomorrow, etc.

Se você é um fã de passeios conectados a belezas naturais, opções não faltam por aqui. Além de praias e montanhas em seus arredores, dentro da área urbana temos o famoso Capilano Suspension Bridge, primeira atração turística da cidade, aberta em 1889, com uma ponte suspensa a mais de 70 metros acima de um riacho, e o parque que é palco de lindas fotos e eventos educacionais e artísticos.

Aproveite!

Todas estas atrações só compõem o que a cidade tem de melhor: seus moradores. Ao redor de toda a cidade temos uma pluralidade de culturas que ao invés de segmentar, unifica a personalidade da cidade. Um ambiente de convivência pacífica entre povos de diversas origens. A diferença aqui trouxe um pouco da riqueza cultural de cada lugar, e fez com que a experiência de se viver ou visitar Vancouver se torne algo inesquecível.

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Também conhecido como Doug, é professor de inglês há 21 anos, sendo 11 destes no CCAA Divinópolis. Formado em Psicologia pela PUC Minas, Pós Graduado em Design Instrucional para Educação à Distancia, turismólogo e mestrando em Tecnologias Emergentes em Educação na Universidade de Miami. Proprietário da agência de turismo Eu No Mundo e franqueado da Clube Turismo. Para acompanhá-lo, siga no Instagram @eunomundoapp e se inscreva no canal: www.youtube.com/c/eunomundo

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